Nuestra amiga TAMARA “ El arte de las palabras” nos otorga este premio.
http://tamaravillanueva.blogspot.fr/
Este premio se otorga a los blogueros que son dueños de un Blog Real en el que no importa la temática ni el contenido, ya que siempre eres cercano a tus seguidores y fiel a ti mismo, disfrutas compartiendo tu sabiduría y conocimientos al resto y no te desanimas en los malos tiempos. Comparte este premio con los blogs que consideres reales y sean merecedores de un reconocimiento, sin importar la cantidad de entradas y comentarios que tengan.
Aceptar este premio lleva consigo contestar a dos preguntas:
1.- ¿Qué es lo que mas te gusta de la vida? Escribir, leer, aprender, amar, escuchar música, soñar, imaginar y disfrutar haciéndolo lo mejor que se puede.
2.- ¿Algún mensaje que desees compartir? No dejéis nunca de soñar. No tiréis nunca la toalla. Luchad para que vuestros sueños se hagan realidad. Afrontad la vida y sus contrariedades con optimismo, no rendirse nunca porque es lo peor que se puede hacer.
Y aquí están los siete ganadores de este premio:
http://quem-es-que-fazes-aqui.blogspot.fr/
http://francis-janita.blogspot.fr/
http://mientrasvuelaelalma.blogspot.fr/
http://laestrelladeinspiraccion.blogspot.fr/
http://efectopigmalion-galatea.blogspot.fr/
http://ceuepalavras.blogspot.fr/
http://pizarroguarena.blogspot.fr/
Una vez más, muchas gracias a Tamara por el premio y por haber pensado en nuestro blog.
Argos, Tétis e Poseidón
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
sábado, 7 de setembro de 2013
Rir
O livro cai com estrépito.
Uma confusão de páginas abertas, capa e contracapa dobradas.
Um marcador liberta-se e parece pairar por instantes até pousar longe do caos.
Olho a sua superfície cintilante em que sobressai uma frase:
“A nossa maior obrigação é sermos felizes”
Começo a rir, primeiro um riso baixo e contido, depois uma
gargalhada.
Rio, rio e rio.
E nesse rir, recordo António Patrício:
só para me esquecer, para me não sentir.
Eu rio a olhar o mar, as noites e as auroras;
passo a vida febril inquietantemente a rir.
Eu rio porque tenho medo, um terror vago
de me sentir a sós e de me interrogar;
rio pra não ouvir a voz do mar pressago
nem a das coisas mudas a chorar.
sábado, 31 de agosto de 2013
200.000 visitas ao Farol
O marcador do nosso blog ultrapassou as duzentas mil visitas. Visitas essas que fazem a história do nosso “Farol”.
Um “Farol” que ao longo de mais de quatro anos mantém a luz acesa graças aos amigos que nos acompanham: vocês!
Para todos vós, a equipa do blog oferece este selinho comemorativo, como prova de apreço e amizade.
Obrigado a todos
Argos, Tétis e Poseidón
*** # ***
El marcador de nuestro blog supero las doscientas mil visitas. Estas
visitas hacen la historia de nuestro "Farol".
Un "Farol", que durante más de cuatro años mantiene la luz encendida gracias a los amigos que nos acompañan: vosotros!
A todos vosotros, el equipo del blog ofrece este sello conmemorativo, como prueba de aprecio y amistad.
Gracias a todos
Argos, Tétis e Poseidón
Un "Farol", que durante más de cuatro años mantiene la luz encendida gracias a los amigos que nos acompañan: vosotros!
A todos vosotros, el equipo del blog ofrece este sello conmemorativo, como prueba de aprecio y amistad.
Gracias a todos
Argos, Tétis e Poseidón
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Emoción
Emoción
Las emociones son reacciones psicofisiológicas que representan modos
de adaptación a ciertos estímulos del hombre cuando ve algo o una persona
importante para ellos. Psicológicamente, las emociones alteran la atención,
hacen subir de rango ciertas conductas guía de respuestas del individuo y
activan redes asociativas relevantes en la memoria.
Fisiológicamente, las emociones organizan
rápidamente las respuestas de distintos sistemas biológicos, incluidas las expresiones
faciales, los músculos, la voz, la actividad del SNA (Sistema Nervioso Autónomo)
y la del sistema endocrino, a fin de establecer un medio interno óptimo para el
comportamiento más efectivo.
Conductualmente, las emociones sirven para establecer nuestra posición con
respecto a nuestro entorno, y nos impulsan hacia ciertas personas, objetos,
acciones, ideas y nos alejan de otros. Las emociones actúan también como
depósito de influencias innatas y aprendidas, y poseen ciertas características
invariables y otras que muestran cierta variación entre individuos, grupos y
culturas.
El sentimiento es el resultado de las emociones. Esta respuesta está
mediada por neurotransmisores como la dopamina, la noradrenalina
y la serotonina. Forma parte de la dinámica cerebral del ser humano y de
los demás animales, capacitándoles para reaccionar a los eventos de la vida
diaria al drenarse una sustancia producida en el cerebro.
Las emociones nos ayudan a identificar diferentes aspectos de las situaciones
que estamos viviendo, que pueden pasar desapercibidos para nuestra consciencia.
Nos permiten conocernos mejor a nosotros mismos y nos ayudan a relacionarnos mejor con las personas que nos rodean.
Sin embargo, cuando no expresamos nuestros sentimientos o lo hacemos de una manera inadecuada, nuestros problemas aumentan y nuestra salud puede verse afectada de manera importante.
Por eso es tan importante estar en contacto con lo que sentimos, aprender a manejarlo y a expresarlo en el momento, lugar y de la manera adecuada.
Sólo cuando reconocemos, aceptamos, entendemos y sabemos expresar adecuadamente nuestros sentimientos, podemos aumentar propio bienestar y entender y relacionarnos mejor con los demás.
Nos permiten conocernos mejor a nosotros mismos y nos ayudan a relacionarnos mejor con las personas que nos rodean.
Sin embargo, cuando no expresamos nuestros sentimientos o lo hacemos de una manera inadecuada, nuestros problemas aumentan y nuestra salud puede verse afectada de manera importante.
Por eso es tan importante estar en contacto con lo que sentimos, aprender a manejarlo y a expresarlo en el momento, lugar y de la manera adecuada.
Sólo cuando reconocemos, aceptamos, entendemos y sabemos expresar adecuadamente nuestros sentimientos, podemos aumentar propio bienestar y entender y relacionarnos mejor con los demás.
“Es preciso saber vivir con
nuestras emociones; de nuestra conducta depende también nuestra manera de vivir
la vida…”
Conocer y manejar nuestras emociones, es
vital para tener una buena calidad de vida.
Etiquetas:
Filosofia,
Reflexión / Reflexão,
Sociedade
domingo, 18 de agosto de 2013
Recordando Elvis Presley
Elvis Presley
(8 de Janeiro de 1935 — 16 de Agosto de 1977)
Recordando Elvis Presley no 36º aniversário
da sua morte
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Porquê?
Porque é que a maior parte das pessoas olha primeiro para a imagem e depois lê o texto?
Porque é que um "post" acompanhado de uma ilustração tem mais visitantes?
Porque é que uma grande parte de nós tem os blogs ornamentados com fotos?
Uma imagem vale, realmente, mais que mil palavras?
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Eu adoro voar
Já escondi um amor com medo de perdê-lo, já perdi um amor por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? Eu adoro voar!
(Clarice
Lispector)
sábado, 3 de agosto de 2013
Sugeriram-me que fosse ler os porquês de não gostar de Agosto…
Mas o “problema” é que eu gosto de Agosto!
O meu Agosto é acordar de manhãzinha, muito cedo, com o gorjeio
das andorinhas pousadas no fio de electricidade junto à janela da casa onde
passo férias.
O meu Agosto tem caminhos sem fim, de terra batida, ladeados de giestas, de onde o
calor emana com fragrância a verde. Tem erva a secar ao sol, amarelecida (casa
de gafanhotos e pequenas borboletas), de cheiro levemente adocicado e inebriante
que desce em declive suave até pequenos lagos de água doce, orlados de canaviais,
esconderijos perfeitos para patos-reais e para guarda rios, relâmpagos azuis.
Tem pinheiros altos onde se ouve o crocitar dos corvos. Tem vinhedos onde as
uvas começam a ficar coloridas. Tem avelaneiras que deixam cair as primeiras
avelãs, ainda nos invólucros, ainda pálidas, ainda imaturas.
O meu Agosto é feito de campos incultos vigiados por aves de
rapina mais rápidas que o meu olhar, quase fantasmas onde só os seus gritos
ficam no ar.
O meu Agosto é feito de noites claras de luar azul e outras
escuras, de chuva de estrelas como em nenhum outro mês.
O meu Agosto tem o coaxar de rãs junto ao tanque de pedra,
tem sol quente, aragens frias e algumas tardes com nuvens escuras e trovoadas
passageiras.
O meu Agosto é quase tão breve como as efémeras que
sobrevoam os riachos e calmo como o silêncio que antecede a transição da tarde
para a noite.
Desculpa, mas eu gosto de Agosto!
segunda-feira, 29 de julho de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Nem imagens nem palavras
Neste blog somos três. Publicamos à vez.
A minha vez de postar foi…há dois dias.
Sou o mais inconstante nestas coisas e sei que causo desespero
a quem toma conta do calendário das publicações. Por minha causa o calendário é
constantemente actualizado.
Não faço por mal, nem por esquecimento. Sei perfeitamente
quando é a minha vez.
O meu problema, se é que se pode chamar assim, não é saber o
que publicar, tenho sempre imensas ideias. O problema é…
O problema sou eu.
Gosto de divagar, de imaginar, de construir dentro do meu cérebro.
Textos inteiros que reviso uma e outra vez, que guardo dias, semanas, meses até.
Mas quando os tento passar para um suporte físico, neste caso o computador, começam
as complicações: O que até aí estava nítido, torna-se indistinto. As frases
deixam de ter nexo, as ideias misturam-se. Se mesmo assim consigo escrever o texto, depois
de o ler, não sinto aquilo que emanava dele quando era ainda um projecto guardado
numa qualquer “gaveta” do meu cérebro.
O destino? Traçado
pela tecla “Del”.
Hoje não há post. Peço imensa
desculpa aos meus colegas de blog e a todos os que se dignaram a perder tempo a
ler este devaneio.
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